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Planta Fusca 40

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PLANTA PARA CONSTRUÇÃO

Planta Fusca 40

Código: PLN FUSCATK122

PLANTA PARA CONSTRUÇÃO - Em 2 folhas impressas em escala 100% (não é necessário ampliar ou reduzir)

Fusca 40 - Treinador básico fácil de contruir, fácil de pilotar! E muito bonito e elegante!

Tipo: Asa alta, treinador básico
Envergadura: 140 cm
Comprimento: 107 cm
Motorização sugerida: 40/55-2T
Canais de RC: 4
Trem de pouso: Triciclo
Escala: 1/1 (100%)
Nº de folhas: 2
Como soluções de contrução desenhadas em 3D

FUSCA 40

O caso de amor com este formidável treinador, a trajetória de um aprendiz até o voo solo e uma homenagem ao projetista

Álvaro Caropreso

Fusca voa

Todo aeromodelista tem no cantão de afeto do cérebro um lugar onde se abriga aquele avião que merece ser chamado de xodó. O meu é o Fusca 40, modelo de treinamento básico projetado pelo veterano Asao Takeno, de São Paulo, e comercializado durante anos sob a forma de kit para montar. Tenho boas razões para venerar o Fusca. Foi o primeiro avião de radiocontrole que construí e com ele completei meu aprendizado básico de pilotagem, voando os primeiros solos após a fase dos sticks de varetas do instrutor Marcus (Guga) Franco. A revista impressa Hobbylink publicou planta na escala 1/1, desenhada por Ivan Plavetz (nº 37, nov./dez/1998).

Takeno e Caio

Takeno, à esq., e seus
Tucanos com Caio e o Fusca 40 com o qual este se tornaria piloto (Lorena, julho/1996

Meu afeto pelo Fusca 40 cresceu ainda mais quando o destruí num matagal. Na hora, deu raiva, pois o crash aconteceu por pura falta de finesse nos dedos. Mas eu gostava tanto do bichinho que construí outro só pelo prazer de tê-lo em minha coleção. Esse segundo Fusca ficou pronto lá pelo final de 1992 e durou um tempão. Com ele, ensinei a pilotar meu filho mais novo, Caio. Um dos primeiros voos de Caio com o Fusca, ainda na fase cabo trainer da vida, aconteceu durante o 3º Encontro de Aeromodelismo em Lorena, SP, no dia 20 de julho de 1996, quando posou para uma foto ao lado do criador do avião. 

Com esse Fusca, Caio faria também seu primeiro voo solo. O avião é tão gostoso de pilotar que atravessou todo o aprendizado sem danos além de um ou outro arranhão nas pontas das asas. Voou em todas as nossas peregrinações de trabalho durante o período em que produzi a revista impressa Hobbylink: em São José dos Campos, em Campinas, em Matão, em 

São Paulo, em São Roque, em Itapevi, em Nova Odessa etc, sempre com o mesmo motor Tower 40 (versão do famoso O.S. 40 FP produzido com a marca da Tower Hobbies, uma grande empresa varejista dos EUA). Meu afeto pelo Fusca 40 cresceu ainda mais quando o destruí num matagal. Na hora, deu raiva, pois o crash aconteceu por pura falta de finesse nos dedos. Mas eu gostava tanto do bichinho que construí outro só pelo prazer de tê-lo em minha coleção. Esse segundo Fusca ficou pronto lá pelo final de 1992 e durou um tempão. Com ele, ensinei a pilotar meu filho mais novo, Caio. Um dos primeiros voos de Caio com o Fusca, ainda na fase cabo trainer da vida, aconteceu durante o 3º Encontro de Aeromodelismo em Lorena, SP, no dia 20 de julho de 1996, quando posou para uma foto ao lado do criador do avião.

Bubba e os Caios

Com Bubba Spyve, à esq., da Lanier, e o chará, Caio Alexandr, à dir. (Campinas, junho/1997)

Voou até o final de um esplêndido sábado de maio de 1998, com céu azul e brisa alinhada com a pista do Clube de Aeromodelismo de Nova Odessa. Voou tanto e tanto que nos deixou, a mim e a Caio, enebriados pela gostosura ao ponto de esquecermos que a bordo do avião havia um pack de baterias cuja carga era, obviamente, limitada. O modelo teve funeral com honras de chefe de Estado e muita dor no coração.

O Fusca 40 é, de fato, um excelente avião. Fácil de pilotar e de montar. O kit que foi comercializado por Takeno é do tipo clássico, todo de madeira, mesclando balsa e compensado. A asa é alta, com bom diedro para assegurar estabilidade. Ela tem corda constante (o comprimento do arco que vai do bordo de ataque ao bordo de fuga) e sua estrutura é composta por nervuras de balsa média e longarinas de balsa dura. O intradorso (a parte de baixo da asa) é plano, como em geral devem ser os treinadores.

O meu primeiro Fusca foi motorizado por um O.S. 40 SF. Por ser dotado de dois rolamentos e ter carburador de duas agulhas, esse motor é um pouco mais pesado e bem mais potente do que os da linha FP, como o Tower 40 que equipou o segundo Fusca. Por isso, neste último, acrescentei cerca de 70 gramas de chumbo em baixo do montante do motor para manter o centro de gravidade (CG) no lugar certo.

Independentemente do motor, o desempenho em voo dos dois Fuscas foi quase o mesmo (adiante explico este “quase”), pois trata-se de um avião leve e muito bem dimensionado. Qualquer motor glow de 0,40 pol. cub. dá e sobra para ele. Se construído sem exageros na cola, na entelagem e no acabamento, até um motor de 0,25 pol. cub. é capaz de tirá-lo do chão com alguma folga.

Caio em Matão

O cabo trainer ainda convive com os 
primeiros sinais da adolescência do aprendiz
(Matão, outubro/1997)

O primeiro Fusca foi construído à moda antiga, com cola epóxi nas partes submetidas a maior esforço (parede de fogo, montante do motor e junção dos painéis da asa) e cola Aerobrás® no restante. A fuselagem foi pintada com esmalte sintético aplicado sobre o manjadíssimo primer feito com dope e talco, lixado até ficar lustroso. A asa foi entelada com plástico termoadesivo Aeroplast®, aplicado com ferro de passar roupa (haja paciência!). Ficou aceitável.

O segundo Fusca, no entanto, nasceu na era da economia global, das colas de cianoacrilato e das epóxis de cura rápida e foi totalmente revestido com Monokote®, agora devidamente aplicado com um ferrinho especial para esse fim. Ficou bacanaço e mais leve.

Em relação ao desempenho em voo dos dois Fuscas, o quase a que me referi acima se deve a uma sutil diferença no leme: no segundo, eu o fiz mais alto, pois o proposto no projeto original lhe dava pouca área para servir como “calço” aerodinâmico quando era necessário seu uso em correções de atitude a baixa velocidade, principalmente nas corridas para a decolagem. Essa modificação chamou a atenção de Takeno quando nos encontramos em Lorena. Ele já notara essa necessidade e incorporou a modificação no projeto, que passou a chamar-se Fusca 40-II.

Outra modificação interessante incorporada no desenho da planta publicada por Hobbylink foi na tampa superior do compartimento do tanque de combustível. Em vez de fixa, eu a fiz removível, apoiada atrás por uma lingüeta de compensado, e, à frente, por um parafuso de rosca soberba. Este detalhe é fácil de se fazer e facilita as inspeções periódicas no tanque de combustível.

No mais, ambos os Fuscas só me deram alegrais e lhes devo imensa gratidão, principalmente por terem ajudado a solidificar a amizade com Caio. É para isso que o aeromodelismo serve! 

Fusca 40-I

Fusca 40-II

Caio pilota
Meus dois Fuscas – O primeiro, no alto, e o segundo, em baixo; note a diferença no leme O semblante de prazer e segurança ao pilotar sozinho um avião delicioso (São Paulo, maio/1998


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