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Planta Fuji 200 AeroSubaru

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PLANTA PARA CONSTRUÇÃO

Planta Fuji 200 AeroSubaru

Código: PLN FUJI105

PLANTA PARA CONSTRUÇÃO - Em 2 folhas impressas em escala 100% (não é necessário ampliar ou reduzir)

Fuji 200 AeroSubaru

Detalhamento : Escala ou semiescala
Configuração: Asa baixa
Trem de pouso: Triciclo
Canais de RC: mínimo de 4
Envergadura: 157cm
Comprimento: 123 cm
Motorização sugerida: 40 a 60-2T ou 50 a 90-4T
Desenho de Ivan Plavetz
Escala da planta: 100%
Nº de folhas: 2

Fuji FA 200 AeroSubaru

Avião japonês viaja no tempo e pousa na planta de Hobbylink para deliciar quem deseja construir um modelo bonito, bom voador e diferente.

Álvaro Caropreso


O avião estava pendurado na parede, bem na entrada da Casa Aerobrás. Bati o olho e gostei. É o que eu chamo de aeromodelo com cara de aeromodelo. Faz meu tipo: Escala, ma non tropo. Asa baixa, sem afilamento, perfil simétrico, trem de pouso triciclo, estruturas da fuselagem, da asa e do grupo de cauda totalmente construídas com madeira. Da porta da loja dava para ouvir o avião murmurar: "Me compra! Me compra! Eu voo com qualquer motor 4O a 60 instalado de pé, sem grandes malabarismos!" O bigode do veterano Fernando esticou-se com um sorriso atrás do balcão onde trabalha desde o tempo em que a "Turma do Sete" era o seriado de maior Ibope entre os pirralhos que sintonizavam a TV Record, canal 7. Aliás, Fernando não é nome. É o apelido de Antônio Fernandes porque ele era parecido com o personagem Fernando da "Turma do Sete". Quem já passou dos 50 anos e morava em São Paulo quando criança deve lembrar-se. Pois, então, Fernando sorriu.

"Já vi que você foi com a cara do avião", disse. Ele me conhece! Perguntei se era um novo lançamento da Aerobrás. "Não!" O kit viera do Japão há décadas e estava perdido em algum canto do estoque. "Abri a caixa, vi que estava perfeito e mandei montar para por à venda no balcão", explicou Fernando, já se oferecendo a mostrar a enorme planta original, em cópia cianográfica. "Isso dá samba!", pensei. "Vai ficar uma beleza editada por Hobbylink."

O desenho original era do tipo "resolva tudo por sua própria conta". Trazia poucos detalhes além das três vistas do avião, do gabarito do perfil das nervuras e dos esboços de algumas peças. Além disso, o projeto teria de ser totalmente adaptado aos materiais e acessórios da atualidade. Havia um manual, provavelmente muito bom, mas escrito em Japonês. Fernando cantava as virtudes daquela raridade enquanto eu matusquelava uma solução para publicar uma planta do Fuji 200 adaptado aos materiais hoje disponíveis no mercado e construído de acordo com os usos e costumes atuais.

Para isso, mais uma vez, as forças do Bem tocaram o apito no Quartel General dos super-heróis do hobby para convocar o Capitão Tinta Nanquim, identidade secreta do desenhista Ivan Plavetz.Ivan examinou os meandros do modelo exposto na Aerobrás e fez um estudo profundo da planta original. O resultado está aí. O Fuji 200 Aero-Subaru transpôs as barreiras do tempo completamente redesenhado, com diversos detalhes importantes para uma exata compreensão do que deve ser feito e como. E com muitas dicas e soluções de construção.

Que avião é esse? – O Fuji 200 full scale foi um dos primeiros aviões totalmente construídos no Japão depois da Segunda Guerra, fabricado nos anos 60 pela Fuji Industries Ltd. Era uma aeronave civil com quatro assentos, cerca de 10 metros de envergadura e equipada com um motor Lycoming de 160 HP. O kit do aeromodelo foi projetado pelo famoso piloto Fuji Arigaya, em uma redução semiescala na proporção 1/7.

O perfil de aerofólio da asa é do tipo laminar, essencialmente simétrico, porém ligeiramente côncavo nas proximidades do bordo de fuga. Teoricamente, esse perfil não induz a tendência de o avião levantar o nariz à medida que aumenta sua velocidade e proporciona boa penetração aerodinâmica. Além disso, é claro, permite o vôo de dorso com naturalidade.

Também teoricamente, quando o modelo voa em baixa velocidade e grande ângulo de ataque (nariz empinado), a concavidade do perfil no intradorso (o lado de baixo da asa, neste caso, seja com o avião em voo de dorso ou em atitude normal) gera uma força de sustentação que compensa em parte aquela que se perde em razão dessa atitude e da baixa velocidade. Em conseqüência, a tendência de estol é reduzida e o Fuji 200 não tem motivos para reclamar do voo acrobático, desde que você não se meta a fazer torque-rolls.Na planta de Hobbylink foi mantida, para deleite dos que gostam de construir à moda antiga, a opção original de acionamento dos ailerons (com um único servo comandando dois balancins posicionados mais ou menos na metade de cada painel da asa). Porém, o controle dos ailerons pode ser feito como se vê hoje na maioria dos aeromodelos esportivos: um servo no centro da asa com duas hastes de comando diretamente ligadas nas alavancas dessas superfícies móveis. Basta dar uma olhada em qualquer treinador para saber como instalar essa configuração "moderna".

O tanque de combustível sugerido na planta é de 8 onças (+/- 225 cc), mas isso vale se o motor escolhido for um 40-2T. Para motores 51-2T ou 60-2T, instale um tanque de 10 ou 12 onças. Há bastante espaço atrás da parede de fogo, de modo que a escolha do tamanho do tanque não vai gerar dores de cabeça para acomodá-Io a bordo.A escolha do motor, no entanto, deve levar em conta o peso que se pretende dar ao modelo. Para motores 40 a 46, é importante uma construção muito leve, com economia de cola, porém, com balsa de excelente qualidade. O grupo de cauda deve ser feito tal como está no desenho, com o estabilizador horizontal composto por uma estrutura vazada, entelado com plástico termoadesivo, vinil ou papel e dope.

Aliás, no avião inteiro o plástico termoadesivo permite um acabamento mais leve do que a pintura. Se o motor for um 51 ou 60, o estabilizador pode ser inteiriço, feito com chapa de balsa de 6 mm (1/4 de pol.), e não haverá restrições quanto ao método de acabamento.O único pepino não resolvido pela planta de Hobbylink está na confecção do canopy, originalmente de plástico transparente moldado a vácuo. Isso, entretanto, não é um problema, mas sim um desafio saboroso. Há alguns modelos no mercado que usam canopies parecidos com o do Fuji 200.

Com um soprador de ar quente (heat gun) você pode distorcer um canopy e dar-lhe forma semelhante à do usado neste avião. De outro modo, os construtores profissionais que dominam a técnica da moldagem a vácuo podem aproveitar a oportunidade para ter mais uma fonte de renda: Que tal produzir canopies para o Fuji 200 e colocá-Ios à disposição do mercado? Assim aconteceu com o capô do AT-5 Californian, outra planta de Hobbylink que faz muito sucesso. Algumas oficinas e lojas produzem até hoje o capô do AT-5 moldado com fibra de vidro ou plástico ABS.O Fuji 200 é uma excelente pedida! Que tal curtir a planta?

 


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